Se você está pesquisando quanto custa um site para médico em 2026, já deve ter percebido que os valores variam muito, de podendo chegar a mais de dez mil reais. Isso confunde e com razão. Comparar só o preço final, sem olhar o que está incluído, costuma levar a uma decisão ruim.

O valor de um site profissional para a saúde depende do nível de personalização, da quantidade de conteúdo, do trabalho de SEO, da estrutura técnica e dos serviços que acompanham o projeto.

Aqui eu explico as faixas de mercado, o que muda de uma para outra e o que realmente deveria estar incluído, para você comparar propostas com critério.

Quanto custa um site para médico em 2026?

Não existe tabela oficial, então o que eu trago são faixas aproximadas de mercado, para servir de referência, e não como preço fechado. Na prática, quando alguém me pergunta quanto custa um site para médico, os projetos costumam se encaixar em quatro grupos.

  • Site muito básico ou template pronto: geralmente de R$ 300 a R$ 1.000. Layout padrão, poucas páginas e quase nada de estratégia por trás.
  • Freelancer: costuma variar de R$ 1.000 a R$ 3.000, dependendo muito da experiência de quem faz e do que entra no combinado.
  • Site profissional personalizado: algo entre R$ 3.000 e R$ 8.000, com design próprio, conteúdo escrito para o seu caso e SEO desde o início.
  • Projeto mais complexo ou de agência: de R$ 8.000 para cima, normalmente com mais páginas, integrações e uma equipe maior envolvida.

O que muda de uma faixa para a outra é, principalmente, quanto do trabalho é feito sob medida para você e quanto vem de moldes prontos.

Quanto mais o site é pensado para a sua especialidade, para a sua cidade e para ser encontrado no Google, mais trabalho ele exige, e isso se reflete no preço.

Por que existem sites de R$ 1 mil e sites de R$ 10 mil?

A diferença raramente está só na aparência. Um site de mil reais quase sempre usa um template pronto, com o mesmo layout que dezenas de outros consultórios. Um site mais caro costuma ter design próprio, copy escrita por quem entende do assunto e uma estrutura pensada para converter.

Também pesa muito a quantidade de páginas. Uma página só custa menos, mas dá menos portas de entrada. Páginas separadas para cada tratamento dão mais trabalho e, ao mesmo tempo, ajudam o paciente a se encontrar e o Google a mostrar o seu site para buscas específicas.

Por fim, entra o que não aparece na tela: SEO técnico, configuração de domínio e hospedagem, ferramentas conectadas, revisões e suporte. Um site barato costuma parar no visual. Um projeto completo cuida de tudo isso e é justamente esse cuidado que faz o site funcionar depois de publicado.

O que deveria estar incluído em um site profissional para saúde?

Esse é o ponto em que vale mais atenção, porque é aqui que os orçamentos parecidos escondem diferenças enormes. Um site profissional para médico precisa, no mínimo, de design responsivo e uma boa experiência no celular, já que é por ali que a maioria dos pacientes vai chegar.

Sobre o conteúdo, o ideal é que a copy (texto) esteja incluída, com páginas próprias para os principais tratamentos ou serviços, contato por WhatsApp, formulário, endereço e mapa bem visíveis. São esses elementos que transformam uma visita em uma consulta marcada.

Na parte de infraestrutura, o projeto deveria entregar domínio próprio, hospedagem e e-mail profissional configurados no seu nome. E na parte de busca, o que faz diferença é o SEO técnico bem resolvido: título e descrição de cada página, sitemap, robots, Google Search Console e perfil no Google Business configurados, dados estruturados quando fizerem sentido, além de performance, segurança e preparação para o Google e para as novas buscas com inteligência artificial.

Quando um orçamento é muito mais barato que os outros, quase sempre é porque parte disso ficou de fora. Vale perguntar item por item antes de fechar.

Quantas páginas um site médico realmente precisa?

Não existe um número universal e desconfie de quem promete isso. O que existe é o conjunto que faz sentido para o seu caso. Na maioria dos consultórios, um bom começo é ter Home (página inicial), Sobre, Contato e uma página para cada tratamento ou procedimento mais importante.

Dar uma página própria a cada tratamento ajuda em duas frentes. O paciente que procura por um assunto específico se sente compreendido naquilo e o Google passa a mostrar o seu site quando alguém pesquisa por aquele tema na sua região.

Eu explico isso em detalhe no texto sobre o que um site médico precisa para aparecer e converter pacientes.

Site barato pode sair caro?

Pode, dependendo do que ficou de fora. Aqui não cabe alarmismo, mas vale saber onde costuma dar problema. O caso mais comum que eu vejo é o profissional descobrir, tempos depois, que não tem acesso ao próprio domínio ou que a hospedagem está presa a quem fez o site, o que dificulta qualquer mudança futura.

Outros pontos que aparecem com frequência são a ausência de SEO e de Search Console, um site lento, um layout genérico que não passa confiança e informações difíceis de atualizar. Há ainda a mensalidade cobrada sem clareza sobre o que ela cobre de fato.

O resultado é um site que existe, mas não trabalha. Se você quer entender por que isso acontece, vale a leitura sobre por que seu consultório não aparece no Google.

É preciso pagar mensalidade para ter um site?

Não necessariamente, e essa é uma confusão que atrapalha muita gente na hora de decidir. Existem custos que são naturais e recorrentes, como domínio, hospedagem e alguns serviços de terceiros. Eles existem independentemente de quem fez o site, e costumam ser valores anuais ou mensais baixos.

Já outra coisa bem diferente é a mensalidade cobrada por manter o site no ar, que muitas vezes prende o profissional a um serviço sem entregar melhoria de verdade. Um site pode perfeitamente ser contratado por um valor fechado, com começo, meio e fim. O que é recorrente por natureza é a produção de conteúdo e o trabalho contínuo de SEO, e isso é um serviço à parte, contratado só se você quiser crescer em buscas ao longo do tempo.

Quanto custa manter um site médico depois de pronto?

Depois de publicado, os custos de manter um site costumam ser modestos e previsíveis. Entram aí a renovação anual do domínio, a hospedagem e o e-mail profissional, além de alguma manutenção eventual quando você quer trocar uma informação, adicionar um tratamento ou atualizar uma foto.

Se você decidir investir em crescimento, entra também a produção de conteúdo, com novos textos publicados com regularidade. Isso é opcional e funciona como investimento em ser encontrado, não como uma taxa para o site continuar existindo. O essencial é que você saiba exatamente pelo que está pagando em cada linha.

Quanto custa um site na Dotto?

Depois de entender quanto custa um site para médico no mercado, fica mais fácil enxergar onde a Dotto se encaixa. O nosso pacote Site + Presença Digital sai por R$ 4.900, com escopo fechado e sem mensalidade obrigatória para o site funcionar.

Nesse valor entram o site com design próprio, a copy escrita para o seu caso, até três páginas de tratamentos, domínio e hospedagem configurados no seu nome, Search Console e Google Business configurados, SEO técnico e a publicação do site no ar. Se você precisar de mais páginas, elas custam R$ 550 cada.

A proposta da Dotto é bem transparente, sem rodeios, sem pegadinhas e sem precisar ocupar o seu tempo com reunião para só depois saber o preço do projeto.

A Dotto entrega um projeto completo, pronto para ser encontrado e sem deixar pontas soltas que voltariam a te custar depois.

Como escolher quem vai criar o seu site

Mais importante que o preço é a clareza da proposta. Antes de fechar com qualquer profissional ou empresa, vale passar por estas perguntas.

  • O escopo do projeto está claro e por escrito?
  • Quem será o dono do domínio?
  • Você vai receber todos os acessos do site, domínio e hospedagem?
  • O SEO está incluído desde o início?
  • O Search Console e o Google Business serão configurados?
  • O site será realmente responsivo no celular?
  • A copy está incluída ou você terá que escrever?
  • Quantas revisões estão previstas?
  • Existe mensalidade? Se sim, cobrindo o quê?
  • Qual é o prazo de entrega?
  • Haverá algum suporte depois da publicação?

Se as respostas forem claras e você continuar com os ativos no seu nome, provavelmente está diante de uma boa proposta, seja ela mais em conta ou mais completa.

Conclusão: compare o que será entregue, não só o preço

Voltando à pergunta do começo, quanto custa um site para médico depende muito menos de uma tabela e muito mais do que está incluído. O mais barato nem sempre é ruim e o mais caro nem sempre é melhor. O que separa uma boa decisão de uma cara demais é o que será entregue, quem vai ficar com os ativos e se o site estará de fato pronto para funcionar e ser encontrado.

Quando você compara propostas por esse critério, o preço deixa de ser um número solto e vira aquilo que ele deveria ser desde o começo: o reflexo do que está incluído.

Está planejando criar ou refazer o site do seu consultório? Conheça o pacote Site + Presença Digital da Dotto.

Perguntas frequentes

Quanto custa um site para médico em 2026?

Depende do nível do projeto. Como referência de mercado, um template básico costuma ficar entre R$ 300 e R$ 1.000, um freelancer entre R$ 1.000 e R$ 3.000, um site profissional personalizado entre R$ 3.000 e R$ 8.000, e projetos mais complexos passam disso. Mais do que o valor, olhe o que está incluído, porque é aí que os orçamentos parecidos se diferenciam de verdade.

O preço muda conforme a especialidade médica?

O que muda o preço é a estrutura do projeto, e não a especialidade em si. Um médico com várias áreas de atuação costuma precisar de mais páginas de tratamento, o que pode elevar um pouco o valor final. Já quem concentra o atendimento em poucos procedimentos tende a ter um site mais enxuto. A lógica de comparação continua a mesma: veja o escopo antes do preço.

Preciso pagar mensalidade para manter o site?

Para o site existir, não. Você tem custos naturais de domínio, hospedagem e e-mail, que costumam ser baixos, e uma manutenção eventual quando quiser mudar algo. A mensalidade só se justifica quando existe um serviço contínuo de verdade por trás, como produção de conteúdo e SEO recorrente, e mesmo assim deve estar claro o que ela cobre.

Quem fica com o domínio do site?

O domínio deveria ser sempre registrado no seu nome ou no da sua empresa, com você tendo os acessos. Essa é uma das perguntas mais importantes antes de fechar qualquer projeto, porque o domínio é um ativo seu. Se ele fica preso a quem fez o site, você perde autonomia para trocar de fornecedor ou levar o site para outro lugar no futuro.

Vale a pena um site barato de template?

Para quem só precisa de uma presença mínima na internet, pode servir por um tempo. O risco é que o template trata todo consultório igual, costuma vir sem SEO e sem as configurações que fazem o site aparecer nas buscas. Se o objetivo é ser encontrado por novos pacientes, um site pensado para a sua especialidade rende muito mais do que a economia inicial sugere.